das folhas as que mais me espantam
não são as que caem
sim as que no galho ficam pesando
deixando olhares como insentos perdidos
e mesmo com os galhos que balançam
elas não reagem
permanecendo ali firmes incomodando
forrando a cabeça de corriqueiros andarilhos
o vento bate na forte árvore
olho a espera de reação
limpar seu pé, abrir o caminho
os frutos da ação, vejo sorrindo
domingo, 4 de julho de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
de acordo com o tempo...
trabalho é opção, é vontade de ajudar
trabalho é obrigação, é dever de ajudar
trabalho é obrigação, é dever de ajudar
De pé
S'eu for forte
e mesmo assim cair em combate
Meu inimigo não me derrotou
encontrei uma amigo que curou meus vícios
e mesmo assim cair em combate
Meu inimigo não me derrotou
encontrei uma amigo que curou meus vícios
domingo, 29 de novembro de 2009
a gata
os termos dados
a invasão da mente
quando estagnado
reduz de repente
quem mente, vá em frente
dos tempos a imaginar
curvas e insinuações
todas as sensações
por completo seu corpo
ainda sou muito tolo
que recai seu pensar, um silêncio
escuto o vento soprar aos meus ouvidos
ressacar para o embaço minha visão
pelos teus trocadilhos
pelo meu tesão
teus interesses convergem
és agora um tanto mais à mais
hoje pensa o que não faz
disposta a suportar as dores
a não alterar os fatores
a invasão da mente
quando estagnado
reduz de repente
quem mente, vá em frente
dos tempos a imaginar
curvas e insinuações
todas as sensações
por completo seu corpo
ainda sou muito tolo
que recai seu pensar, um silêncio
escuto o vento soprar aos meus ouvidos
ressacar para o embaço minha visão
pelos teus trocadilhos
pelo meu tesão
teus interesses convergem
és agora um tanto mais à mais
hoje pensa o que não faz
disposta a suportar as dores
a não alterar os fatores
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
dado e tomado
te vejo como quero
no passo que te peço
te deixo só, fico solto
viro meus olhos
me concentro noutro
assuntos permanecem
estudos que florescem
o labirinto de sua certeza
os nossos jogos
me fornece sua fraqueza
e volta galopante
te meço um instante
dizes e o que diz
são seus focos
quem pediu logo quis
entendeu certo
mas ei de mentir
há alguém boquiaberto
novamente lhe convenci
fazer teus gostos tão duvidosos
convença-te a ti será do meu ócio
no passo que te peço
te deixo só, fico solto
viro meus olhos
me concentro noutro
assuntos permanecem
estudos que florescem
o labirinto de sua certeza
os nossos jogos
me fornece sua fraqueza
e volta galopante
te meço um instante
dizes e o que diz
são seus focos
quem pediu logo quis
entendeu certo
mas ei de mentir
há alguém boquiaberto
novamente lhe convenci
fazer teus gostos tão duvidosos
convença-te a ti será do meu ócio
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
diante sono
me rasga a face
frente ao espelho
despojado calafrio
lhe vejo de joelhos
incômodos dizeres
presença temporária
tenho o que quero
não lhe tenho mais graça
da janela que olhas
o que queres ver
tudo que tens
todos irei ter
troque essas cordas
dê-me para afinar
lhe deixo a dormir
para a melodia tocar
frente ao espelho
despojado calafrio
lhe vejo de joelhos
incômodos dizeres
presença temporária
tenho o que quero
não lhe tenho mais graça
da janela que olhas
o que queres ver
tudo que tens
todos irei ter
troque essas cordas
dê-me para afinar
lhe deixo a dormir
para a melodia tocar
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