os termos dados
a invasão da mente
quando estagnado
reduz de repente
quem mente, vá em frente
dos tempos a imaginar
curvas e insinuações
todas as sensações
por completo seu corpo
ainda sou muito tolo
que recai seu pensar, um silêncio
escuto o vento soprar aos meus ouvidos
ressacar para o embaço minha visão
pelos teus trocadilhos
pelo meu tesão
teus interesses convergem
és agora um tanto mais à mais
hoje pensa o que não faz
disposta a suportar as dores
a não alterar os fatores
domingo, 29 de novembro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
dado e tomado
te vejo como quero
no passo que te peço
te deixo só, fico solto
viro meus olhos
me concentro noutro
assuntos permanecem
estudos que florescem
o labirinto de sua certeza
os nossos jogos
me fornece sua fraqueza
e volta galopante
te meço um instante
dizes e o que diz
são seus focos
quem pediu logo quis
entendeu certo
mas ei de mentir
há alguém boquiaberto
novamente lhe convenci
fazer teus gostos tão duvidosos
convença-te a ti será do meu ócio
no passo que te peço
te deixo só, fico solto
viro meus olhos
me concentro noutro
assuntos permanecem
estudos que florescem
o labirinto de sua certeza
os nossos jogos
me fornece sua fraqueza
e volta galopante
te meço um instante
dizes e o que diz
são seus focos
quem pediu logo quis
entendeu certo
mas ei de mentir
há alguém boquiaberto
novamente lhe convenci
fazer teus gostos tão duvidosos
convença-te a ti será do meu ócio
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
diante sono
me rasga a face
frente ao espelho
despojado calafrio
lhe vejo de joelhos
incômodos dizeres
presença temporária
tenho o que quero
não lhe tenho mais graça
da janela que olhas
o que queres ver
tudo que tens
todos irei ter
troque essas cordas
dê-me para afinar
lhe deixo a dormir
para a melodia tocar
frente ao espelho
despojado calafrio
lhe vejo de joelhos
incômodos dizeres
presença temporária
tenho o que quero
não lhe tenho mais graça
da janela que olhas
o que queres ver
tudo que tens
todos irei ter
troque essas cordas
dê-me para afinar
lhe deixo a dormir
para a melodia tocar
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
o teu receio
ler calado os teus brados
a brisa noturna reparo
importuno meus desejos
buscam formas de longe
como ofender teu nome
o que dizemos
nem sempre é
o que pensamos
mas o que pensamos
é sempre o que
queremos dizer
a brisa noturna reparo
importuno meus desejos
buscam formas de longe
como ofender teu nome
o que dizemos
nem sempre é
o que pensamos
mas o que pensamos
é sempre o que
queremos dizer
domingo, 27 de setembro de 2009
reflexões e dúvidas
até que esteja despida
e cubra-se novamente
frente aos meus olhos
maquiavélicos e dramáticos
descontos sobre a vida
reticência permanente
cansados e expostos
me enganar é o trato
o teu céu desaba sobre si
fala de coisas que fiz
atrás está a sombra do giz
a intenção do que você sempre quis
rende-se na capacidade
gosta de mentir e ouvi-lás
o jogo de sua serenidade
convenço-te com suas palavras
e cubra-se novamente
frente aos meus olhos
maquiavélicos e dramáticos
descontos sobre a vida
reticência permanente
cansados e expostos
me enganar é o trato
o teu céu desaba sobre si
fala de coisas que fiz
atrás está a sombra do giz
a intenção do que você sempre quis
rende-se na capacidade
gosta de mentir e ouvi-lás
o jogo de sua serenidade
convenço-te com suas palavras
terça-feira, 15 de setembro de 2009
enganos preocupados
é de um ar infantil
inocência que resume às falas
te busco o nome nas nuvens
diga-me quais são suas palavras
não lhe deixo ir, mas vai
lembro de ter visto semelhante
chore a mim essas lágrimas
deixe que dure ao menos o instante
inocência que resume às falas
te busco o nome nas nuvens
diga-me quais são suas palavras
não lhe deixo ir, mas vai
lembro de ter visto semelhante
chore a mim essas lágrimas
deixe que dure ao menos o instante
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
não tem mais volta
o tempo atrás do tempo
ponteiros na corrida do desespero
o tempo do folêgo ao mergulhar
obter, receber, devolver, conquistar
do mero abraço que encerra a solidão
muita riqueza, vem junto com muita decepção
um beijo na boca, na testa, outro no nariz
revela o gesto tudo o que não se diz
o teu silêncio quer me perturbar
minhas brincadeiras para lhe menosprezar
teu tom seco feito ar de verão
me biliscou, num sonho lá no sertão
ponteiros na corrida do desespero
o tempo do folêgo ao mergulhar
obter, receber, devolver, conquistar
do mero abraço que encerra a solidão
muita riqueza, vem junto com muita decepção
um beijo na boca, na testa, outro no nariz
revela o gesto tudo o que não se diz
o teu silêncio quer me perturbar
minhas brincadeiras para lhe menosprezar
teu tom seco feito ar de verão
me biliscou, num sonho lá no sertão
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