terça-feira, 22 de abril de 2008

olhos ao espelho

de frente ao espelho tentando desvendar
sua conhecida face que segredos se recheia
incógnita até mesmo à vista do teu olhar
ao fundo do globo vê-se então ao que espelha

notícias e especulações, o time e o resultado
sessões interligadas por genêros casuais
disparando socos até o chamado do cansaço
as melhores ocasiões julgadas como as mais banais

no toque não sentido brilha a morte das pétalas
renasce em ocasião hoje não mais propícia
representam nas cores das peles então gélidas
aguardando o momento que a torne felicita

2 comentários:

Débora disse...

decifra-me ou te devoro
;)

Débora disse...

DEVORO