sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

de olhos fechados

transcrevo em versos o meu fascínio por tua carne

não há nada que me ameace

não existe hoje outono, inverno, primavera ou verão mas guardos

sentimentos em estado de apropriação



habite minha moradia mais profunda e verá


que não é necessário estar comigo


então assim você saberá


para me ver cerre seus olhos até o teu mais profundo abrigo


Um comentário:

Débora disse...

Desejos
Débora

você me dá a emoção e a surpresa que revela e desnuda
me leve nos teus braços como uma flor
me faz perceber a pulsação do seu sonho
vem comigo ter a vida dos loucos, dos simples e dos santos

ontem, olhando o céu as estrelas pareciam aumentadas
e a poesia pulsa anunciando a paixão